O vídeo online está vivendo no passado

por Slane Metzger, gerente de produtos de marketing para vídeo da DG


Convido você a entrar no meu DeLorean. Vou acelerar até 88 milhas por hora e pronto, estamos de volta a 1995. O Windows 95 acaba de sair do forno! O JavaScript ainda está engatinhando! O DVD é o formato do momento! E a propaganda online está em crescimento, com as agências começando a abandonar os banners hospedados nos próprios sites que vão veiculá-los para adotar adservers de terceiros (obrigado, JavaScript).


Por que a mudança? Pra começar, na década de 90 houve o auge do boom das pontocom. Os portais estavam se proliferando e a internet prosperava. O dinheiro do consumidor ia na direção do online, e os dólares investidos pelos anunciantes iam atrás. A publicidade digital começou a crescer – e as verbas, os volumes de campanha e as contagens de impressões seguiram o mesmo caminho. Esse cenário gerou um enorme problema de escala.


A hospedagem tradicional (e as equipes nas agências) simplesmente não conseguiam acompanhar o volume crescente de anúncios. E as agências, por sua vez, não dispunham de recursos para otimizar campanhas em um modelo site-served e tinham que contar com os próprios veículos para conseguir os números de desempenho e precificação – um conflito de interesses, que, é claro, deixava os anunciantes muito inseguros.


Essa demanda por um recurso terceirizado e imparcial de gerenciar e precificar campanhas levou ao desenvolvimento do DART for Advertisers e do Atlas. Com estas ferramentas, os anunciantes podiam confiar que estavam pagando pelo número certo de impressões e as agências passaram a ter controle de suas campanhas, livrando-se de uma carga de trabalho insustentável. Os adservers de terceiros resolveram vários problemas de uma só vez, numa época em que crescimento e as mudanças aconteciam rapidamente.


Ok. Vamos reabastecer nosso DeLorean e voltar a 2013. O DVD virou dinossauro e a propaganda digital evoluiu completamente. Será mesmo?


Nos últimos anos, a publicidade em vídeo in-stream cresceu tremendamente: mais de 40% ano após ano, conseguindo fazer uma escalada digna dos anos 1990. Apesar dessa evolução, 80% das peças em vídeo são site-served. E estamos falando das mesmas agências que não pensam duas vezes em terceirizar a distribuição de todas as outras peças de mídia digital.


Mas cadê a insatisfação dos anunciantes com os preços altos de inserção de vídeos – preços que se baseiam em métricas fornecidas pelos próprios portais, no melhor estilo de 1995? Como me disse recentemente um executivo de uma agência full-service, “você poderia perfeitamente pegar todo o dinheiro que está gastando em vídeo fora dos adservers, colocar num saco de papel e queimá-lo – porque servir peças de vídeo desse jeito e jogar o dinheiro dos seus clientes no lixo é a mesma coisa”. É. Essa doeu!


O fato é que você tem ainda mais motivos para terceirizar a distribuição de peças hoje do que tinha em 1995. Além dos benefícios de objetividade, otimização e eficácia, agora é possível trabalhar com dados de campanha que englobam busca, email, banner, rich media, mídia social além de outros canais para distribuir as imagens certas para o público certo e no tempo certo. Adservers de terceiros também são uma oportunidade de aumentar a experiência do usuário e a performance da campanha utilizando vídeo interativo. Spots interativos não apenas apresentam a maior performance geral em relação a qualquer formato online, mas também permitem ir além da campanha de awareness e incorporar dados de resposta e engajamento.


O vídeo dinâmico é outra baita inovação que os anunciantes estão deixando de aproveitar por não utilizarem os adservers. Funciona de forma muito parecida com o dynamic optmization no mundo dos banners, aumentando a relevância ao otimizar automaticamente a qualidade do vídeo a partir de dados de targeting e performance.


Está na hora dos formatos de vídeo voltarem para o futuro. Peças de vídeo conquistam os CPMs mais altos do mercado – e vão continuar a fazê-lo quando houver a convergência com a TV, um caminho inevitável. As agências têm o dever, para com seus clientes e com elas mesmas, de trabalhar com base em dados objetivos e tirar partido das ferramentas disponíveis no mercado para garantir o melhor ROI.


E não há desculpa para ficar de fora. Os adservers de terceiros são uma solução testada e aprovada que atravessou 20 anos de evolução e estão bem estabelecidos para atender formatos de vídeo online. Fazer essa mudança não deveria ser uma tarefa complicada. Dispensa até o capacitor de fluxo.

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Como sobreviver à adolescência do mobile

David Scatterday, gerente de marketing de produtos da DG MediaMind



O atual estágio de desenvolvimento da publicidade mobile parece com a adolescência. Já está madura o suficiente para que sua eficácia seja discutda, mas jovem o bastante para sofrer grandes dificuldades práticas.


Como canal de resposta direta, o mobile tem a particularidade de levar o consumidor até o fim do funil de compra numa velocidade nunca vista. O usuário está na rua, na loja, com fome na hora do almoço – e ele usa seus dispositivos móveis tomar decisões de compra diretas e iminentes. Ali, sua atenção está focada – muito mais do que em qualquer ambiente de desktop.


Dados de performance confirmam esse fenômeno. Em 2012, de acordo com a eMarketer, os CTRs em mobile foram oito vezes mais altos, e os níveis de sensibilização para a mídia display mobile alcançaram índices cinco vezes maiores, que nos seus equivalentes para computadores ou laptops.


Os obstáculos, no entanto, são consideráveis. A ausência de cookies de terceiros faz com que a análise de métricas em mobile seja um desafio. A segmentação ainda está a quilômetros de distância do que se consegue no desktop. E medir o alcance ainda é complicado, já que o de-duping aqui é quase impossível.


Mas existem alguns truques para compensar essas lacunas. São práticas de segmentação e métricas adaptadas à natureza do mobile que os anunciantes podem adotar já, até que essa mídia alcance todo o seu potencial (o que inevitavelmente deve acontecer). Aqui vão alguns exemplos:


Segmentar pelo domínio: web X app


Diferentes comportamentos do usuário determinam se ele irá preferir usar um site mobile ou um aplicativo. Os anunciantes devem levar essas diferenças em consideração na hora de planejar sua compra de mídia. Apesar de serem mais caros do que mídia em portais, os apps proporcionam um ambiente ao qual o usuário pode retornar várias vezes, além de ser um formato persistente que não se desfaz com o scroll. Peças em portais, por outro lado, fazem mais sentido (e custam menos) quando o que você deseja alcançar o visitante uma única vez de forma eficaz.


Engajar pelo dispositivo: celular X tablet


Também sabemos que o os consumidores usam aparelhos diferentes para finalidades diferentes. O celular é o preferido para atividades utilitárias on-the-go como comparação de preços, busca geolocalizada ou matar tempo com games. Já os tablets são mais utilizados para e-commerce ou para aqueles momentos em que a navegação é mais prolongada e menos dependente da variável geográfica.


Conquistar alcance pela compra: veículo X rede


Medir resultados torna-se uma tarefa mais simples quando você escolhe estrategicamente se haverá veiculação do anúncio em veículos ou ocorrerá a utilização de redes de mídia. Se você tiver um pouco mais de tempo e puder fazer um investimento “no escuro” a fim de conseguir o maior alcance possível, apostar numa demografia mais abrangente a partir dos dados de uma rede de mídia pode ser a escolha ideal. Por outro lado, se sua mensagem é mais direta, se você quer atingir um nicho ou sua marca é mais sensível, o melhor caminho é investir num veículo específico.


O mobile ainda está longe de oferecer o nível de segmentação e mensuração com os quais estamos acostumados nas telas maiores, mas isso não deve desencorajar ninguém. Usando as ferramentas que estão disponíveis e pensando intuitivamente sobre o comportamento do usuário, é possível integrar o mobile com cada vez mais segurança nos planos de mídia (e no budget). Ele pode ainda não ser perfeito, mas nem por isso é um investimento menos inteligente.


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Relatório global da DG MediaMind revela que a publicidade Rich Media apresenta visibilidade de 63%

Banners expansíveis servidos no Brasil chegam a ter exibição média de três minutos. Formatos com vídeo alcançaram uma taxa de visualização completa de 80,2%


A DG, plataforma líder mundial na gestão e distribuição de publicidade, lançou seu relatório anual de benchmarks com resultados globais intitulado “Viewability: Um Novo Olhar para o Engajamento”. O estudo baseia-se no conceito de viewability, uma nova métrica que está revolucionando o mercado publicitário por medir a porcentagem de peças Rich Media que foram vistas em relação ao número total de exibições.


Existe uma significativa correlação entre essa métrica e a performance de uma peça: 63% das peças Rich Media que o relatório aponta como visíveis registraram um aumento de 54,5% na Taxa de Cliques (CTR) contra o restante das peças servidas.


O relatório também inclui uma análise detalhadas das métricas de engajamento consolidadas para 2012, feita a partir de mais de 600 bilhões de impressões de anúncios em 47 países. O relatório completo está disponível para download aqui.


Tendências globais: vídeo aumenta o engajamento


O relatório aponta que nos Estados Unidos, as métricas gerais de engajamento aumentaram nas peças que incluíam elementos interativos e de vídeo. O CTR cresceu de 0,10% nos banners standard para 0,14% com Rich Media e 1,11% com vídeo. Já as taxas de interação aumentaram de 2,5% com Rich Media para 6,4% com formato VPAID (Video Player-Ad Interface Definition), um crescimento de 156%. Essa tendência também foi observada no resto do mundo.


No Brasil, o CTR para banners standard (0,09%) e Rich Media (0,20%) apresentou em 2012 leve queda em relação ao benchmark anterior à medida que mais impressões eram analisadas e incluídas nos resultados anuais. Em relação ao Rich Media, floating ads e banners expansíveis tiveram o melhor desempenho com CTRs de 0,57% e 0,20%, respectivamente, enquanto 6% dos banners expansíveis servidos tiveram sua expansão iniciada pelo menos uma vez, com duração média de 179,1 segundos ou cerca de 3 minutos.


O volume analisado de impressões do formato VAST foi grande o bastante para que entrasse no benchmark deste ano. As peças tiveram boa performance, registrando um CTR de 4,59% e alcançando uma taxa de visualização completa de 80,2%.


No geral, o relatório indica que a crescente adoção do vídeo digital se reflete no crescimento dos formatos com vídeo in-stream (VAST). Dessa vez, o desempenho das peças com vídeo foi grande o suficiente para que elas fossem incluídas nas estatísticas de 23 países, contra 16 no Benchmark anterior.






















Viewability impulsiona CTR e conversão


Respondendo à demanda por uma maior transparência nas métricas da mídia digital, a padronização do viewability permitiria ao mercado mudar seu foco – das impressões servidas para as impressões visualizáveis. Isso ajudaria os anunciantes a terem certeza de que as peças serão exibidas dentro da área visualizável da tela e por um período relevante.


“Antes da viewability, os anunciantes não tinham uma maneira padronizada de determinar se seus anúncios tinham alguma chance de serem vistos pelo consumidor”, conta Ricky Liversidge, diretor de marketing da DG. O executivo ressalta que a adoção desse critério como uma métrica padrão representa mais um passo para fornecer aos anunciantes todo o conhecimento que precisam para executar e mensurar campanhas de sucesso.


Confirmando a força do novo critério, o estudo mostrou ainda que as impressões sem viewability (aquelas que não tinham chances de serem vistas pelo consumidor) apresentaram uma performance muito inferior. Quando essas impressões de baixa qualidade foram eliminadas, o desempenho aumentou drasticamente. Em nível global, o CTR de anúncios Rich Media considerados visíveis foi 54,5% maior do que para aqueles que não atendiam ao critério. As Taxas de Conversão Pós-clique dobraram.


Os formatos Rich Media com maior visibilidade foram os floating ads, wallpaper ads e commercial breaks. Segundo o relatório, isso indica formatos desse tipo, com alta interatividade e persistência, são mais interessantes para marcas que usam o potencial de visualização, como o Indicador-chave de Desempenho (KPI).




Para baixar o infográfico do estudo “Viewability: Um Novo Olhar para o Engajamento” clique aqui.

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De olho em formatos inovadores de vídeo, a DG revela nova identidade de marca

Com a fusão de empresas adquiridas, a companhia se concentra no gerenciamento de campanhas multitela


A DG (NASDAQ: DGIT), a maior plataforma mundial de distribuição e gestão de mídia apresenta uma identidade visual unificada, que incorpora todas suas soluções de TV e digital sob um único guarda-chuva corporativo. A nova DG oferece uma gestão completa de campanhas que inclui multitela, cross-channel e gerenciamento unificado de espaços publicitários através de sua linha de produtos online MediaMindTM e da recém-lançada VideoFusionTM.









“Com essas aquisições, a DG está posicionada como ninguém para acelerar a convergência da publicidade em um número de telas cada vez maior”, disse Neil Nguyen, CEO e presidente da DG. “Unir todas as nossas marcas e tecnologias sob o guarda-chuva da DG vai ajudar os anunciantes a tirarem o máximo de vantagem dos nossos serviços exclusivos. Acreditamos que as mensagens mais poderosas são transmitidas com imagem, som e movimento – e em matéria de veiculação, nossa meta é ser sempre “Spot On”.


A DG conecta mais de 14 mil anunciantes e 7,4 mil agências aos seus públicos-alvo por meio de uma rede com mais de 50 mil espaços publicitários de web e TV em 78 países, gerenciando cerca 10% dos media assets do mundo. A empresa atende 23 das 25 principais marcas, e 95 dos 100 maiores anunciantes da América do Norte. No mundo todo, ela entrega mais de 1 trilhão de impressões por ano. Desenvolvida pela mundialmente renomada Chermayeff & Geismar, a nova hierarquia da marca DG e a tagline “SpotOn” comemoram o spot como elemento criativo central da publicidade.


A nova oferta da VideoFusionTM incorpora todos os produtos e serviços de TV e vídeo da DG, tais como distribuição de anúncios, SpotCentral, PathFire, TreeHouse e vídeo online. Oferecendo aos profissionais da área uma fonte única de expertise e soluções, a VideoFusionTM cuida de tudo, desde o asset management e a produção criativa até o planejamento, análise e a distribuição de peças de vídeo em um cenário de convergência.


A DG agora oferece a seus clientes as seguintes soluções:


-DG MediaMind – plataforma de gerenciamento de mídia digital


-DG VideoFusion – gerenciamento de vídeo multiplataforma


-DG Peer39 – tecnologia de mídia semântica


-DG Source & Creative – biblioteca de recursos criativos


-DG Mijo – customização de conteúdo pós-produção


-DG TreeHouse – produção “direct response”


-DG PathFire – distribuição de conteúdo


“Estamos muito animados com o futuro do mercado e o papel central que ocupamos nele”, continua Nguyen. “Construímos nossa nova identidade a partir da experiência que temos em distribuir mais spots que qualquer outra empresa, em qualquer lugar. Embora a notícia de hoje seja sobre nossa nova identidade, estou ainda mais animado com os outros produtos inovadores que que vamos criar e lançar para nossos clientes ao longo dos próximos meses, em um mundo onde a publicidade é cada vez mais multitela”.













SOBRE A DG


A DG (NASDAQ: DGIT) é a central de inteligência em mídia para quem quer criar, gerenciar, distribuir e otimizar campanhas multitela envolvendo formatos digitais e de TV. Uma solução global e robusta para as marcas-líderes mundiais, a DG é a única empresa no mercado que oferece um delivery workflow completo, de ponta a ponta, combinando agregamento de dados e gestão de espaços em uma tecnologia que se adapta constantemente para entregar campanhas mais eficientes.


Pioneiros na distribuição de peças digitais, a DG agora lança a maior rede global para distribuição de publicidade cross-channel, incluindo a maior rede híbrida de satélite e internet dedicada à distribuição de filmes para TV a partir de servidor. Oferecendo a gestão de campanhas na TV, Digital, mobile e além, a DG permite que as agências trabalhem mais rápido, comais Inteligência e competitividade para engajar o consumidor. As soluções da DG englobam ferramentas de pesquisa, métricas, planejamento e compra de mídia, recursos de produção e distribuição de conteúdo em sistemas híbridos.


Com operações centralizadas em Nova York, a DG é uma companhia global que conecta mais de 14 mil anunciantes e 7,4 mil agências a seus públicos-alvo por meio de uma rede com mais de 50 mil espaços publicitários de web e TV em 78 países, gerenciando cerca de 10% dos media assets do planeta.


Para mais informações, visite www.dgit.com

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DG MediaMind é uma das ganhadoras da IAB Digital Video Rising Stars Competition

A DG MediaMind venceu a primeira edição da competição Digital Video Stars do Interactive Advertising Bureau (IAB). Com essa conquista garantiu a tríplice coroa, a MediaMind passa a ser o único ad server de terceiros a acumular o IAB Rising Star nas categorias Display, Mobile e In-Stream.


O Comitê de Agências do IAB nos Estados Unidos avaliou mais de 70 peças inscritas entregues de acordo com cinco conceitos de anúncio criativo que se tornaram o primeiro os primeiros padrões de anúncio de Vídeo Digital do IAB.


“Isso atesta que a DG, a plataforma líder mundial no gerenciamento e distribuição de anúncios, oferece uma solução multiplataforma para anunciantes ao redor do globo”, conta Gianluca Milano, VP de Engenharia de Vendas e Serviços Profissionais da DG.


De acordo com Peter Minnium, Diretor de Iniciativas de Marca do IAB, a DG MediaMind se posiciona fortemente no topo das categorias “Ad Control Bar” e “TimeSync”.


Categoria Rising Star Ad Control Bar: formato AdAPPTER


O AdAPPTER torna seu vídeo pre-roll interativo. O formato inclui em um só lugar links de redes sociais, imagens, galerias de vídeos e feeds do twitter.















Veja a demo aqui


Categoria Rising Star Time Sync: Formatos Sidebar e Timeline


O Sidebar mostra produtos e mensagens pelo vídeo com imagens interativas que mudam de acordo com o conteúdo no anúncio e pode se expandir para revelar mais detalhes. É o formato ideal para bens de consumo, artigos de varejo e produtos de turismo.














Veja a demo aqui


O Timeline permite criar “bookmarks” interativos através do vídeo. Esse formato oferece diversas possibilidades de ações para o usuário.














Veja a demo aqui


Na etapa inicial do processo, houve avaliação quantitativa para se chegar a uma pequena lista prévia. Em seguida, ocorreu uma discussão qualitativa para determinar os vencedores. Nessa fase, as peças inscritas foram classificadas de acordo com cinco conceitos de anúncios criativos. Essa é a razão pela qual há doze empresas vencedoras e cinco Digital Video Rising Stars.


A DG MediaMind foi convidada e fará parte dos comitê Digital Video Ad Control Bar Rising Star do IAB e Video TimeSync Rising Star com outras empresas para definir, desenvolver e implementar esses formatos de vídeo digital Rising Stars.


Para ler o press release na íntegra (em inglês) no site do IAB, clique aqui.

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LinkedIn veicula formatos de anúncios Rich Media com tecnologia da MediaMind

Fundado em 2003, o LinkedIn conecta 200 milhões de usuários em mais de 200 países. Ao ultrapassar, em outubro de 2012, a marca dos 10 milhões de brasileiros cadastrados, o Brasil divide com a Inglaterra a posição de terceira maior audiência da rede social com perfil corporativo, que tem Estados Unidos e Índia, respectivamente, nas primeiras posições.


Atenta ao seu potencial no país, a MediaMind, divisão da DG (NASDAQ:DGIT), empresa líder no fornecimento de soluções integradas de publicidade online, está homologada para rodar em suas páginas os formatos de anúncios Rich Media Polling Banner no 300×250 e o Filmstrip no 300×600.


“A aprovação dos formatos da MediaMind pelo LinkedIn confirma nossa orientação em oferecer aos nossos anunciantes opções de publicidade eficientes e adequadas ao contexto”, conta Olavo Ferreira, diretor comercial de Soluções de Marketing do LinkedIn. Ferreira acredita que a veiculação desses formatos ainda permitem que as marcas falem com o segmento de público certo para que visualize e interaja com a publicidade.


Alexandre Morais, diretor-geral da MediaMind Brasil, ressalta que os anúncios Rich Media proporcionam uma experiência ainda mais marcante para os usuários. “Além de oferecer resultados mais precisos e eficientes aos anunciantes, a utilização de formatos com nossa tecnologia de ponta pelo LinkedIn demonstra que o mercado brasileiro segue em constante evolução”, conclui Morais.

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TAG Heuer acerta os ponteiros com a MediaMind

A campanha do modelo Carrera 1887, realizada com tecnologia MediaMind, obteve alta performance. O lançamento de duas versões simultâneas, permitiu escolher em tempo real a criatividade com o melhor desempenho


A TAG Heuer, uma das marcas globais mais conceituadas na fabricação de relógios de luxo e cronográfos esportivos de alta precisão, apostou na tecnologia da MediaMind, divisão da DG (NASDAQ:DGIT), empresa líder no fornecimento de soluções integradas de publicidade online, para a campanha do modelo Carrera 1887 lançada na China no final de 2012.


A marca novamente apostou na inovação ao adotar uma solução em tempo real para otimizar os resultados de sua campanha online e, dessa forma, mostrar um formato de grandes dimensões. A TAG Heuer também estava interessada em analisar a qualidade das impressões e a visibilidade do anúncio. A utilização da plataforma MediaMind permitiu reunir, em uma única solução, tanto a otimização como a entrega do anúncio, conseguindo obter o maior rendimento possível da campanha.


Veja a demo da campanha aqui








A Campanha LDC da TAG Heuer dispunha de duas versões de anúncios lançadas simultaneamente. A MediaMind ativou a otimização criativa depois de entregar aleatoriamente as versões e analisou, em tempo real, o criativo que apresentava melhores resultados. Durante a primeira semana houve uma variação aleatória entre os anúncios A e B como referência. Em seguida, a otimização em tempo real teve início e durou cerca de um mês.


O criativo B começou a apresentar melhor performance de CTR que o criativo A. Dessa forma, a MediaMind aumentou automaticamente seu peso. Uma vez disponíveis os resultados em tempo real de ambas versões, a equipe concluiu que a publicidade com menor tamanho, que oferecia mais informação sobre o produto, chamou mais a atenção dos consumidores, conseguindo mais cliques.


Os bons resultados da campanha mostram, mais uma vez, a eficiência da tecnologia de otimização criativa dinâmica para alcançar cada público-alvo. A solução contribuiu para que a campanha LDC da TAG Heuer registrasse um aumento de seus índices de CTR e Dwell em 28% e 50,3%, respectivamente, em comparação com os números de referência mensurados durante a segunda semana.


Confira o Estudo de Caso desta campanha aqui


“Ao utilizar a MediaMind durante nossa campanha estrelada pelo Leonardo Di Caprio para o TAG Heuer Carrera 1887, conseguimos enriquecer nossos conhecimentos sobre métricas, especialmente as impressões visualizadas e a taxa de dwell, e medir os indicadores chave (KPI) de desempenho quantitativos e qualitativos por tipo de mídia e criativo”, conta Cyril Bedat, Gerente de Pesquisa de Mercados Regionais da LVMH Watch & Jewelry.


Alexandre Morais, diretor-geral da MediaMind Brasil, acredita que essa campanha é um exemplo dos bons resultados que se pode obter ao aplicar a otimização criativa dinâmica. “No Brasil, cada vez mais anunciantes de diversos segmentos confiam nesse tipo de solução”, assegura Morais.


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Como será sua casa em 2020

Ryan Manchee, diretor de estratégias de inovação da DG/MediaMind



Você ainda se lembra do barulho que o modem do seu computador fazia para se conectar à internet? Aqueles ruídos irritantes desapareceram e de uma hora para e agora computadores, telefones celulares, TVs, tablets e outros dispositivos permanecem conectados 24 horas por dia.


Já existem mais aparelhos conectados que pessoas. São cerca de dois dispositivos por indivíduo no mundo. Um tema muito discutido em meio a uma infinidade de gadgets na CES (Consumer Electronics Show), neste ano, em Las Vegas, foi “A Casa Conectada”. Visto apenas em filmes com apelo futurista, esse conceito está se tornando realidade com o avanço da internet em nossos lares.


Mas o que realmente vamos encontrar em nossas casas na próxima década?


Limpeza da casa


Os robôs aspiradores de pó já estão ultrapassados. Os novos modelos, além de eliminarem a sujeira da casa, também se conectarão à internet, serão controlados por nossos smartphones e transmitirão vídeos HD ao vivo. As máquinas de lavar roupa, por sua vez, vão mostrar anúncios direcionados a determinados públicos-alvo e oferecerão cupons de ofertas à medida que o sabão estiver acabando.


Temperatura da casa


O ar condicionado e o aquecedor de casa vão operar com o máximo eficiência energética, levando em consideração nossos hábitos para proporcionar todo conforto possível. Se você tiver que sair mais cedo ou tiver que fazer uma viagem de trabalho de última hora, já há um aplicativo para ajudar a controlar a temperatura seja lá onde você estiver.


A entrada da casa


Nossos dispositivos com acesso à internet também poderão abrir e fechar portas. Na verdade, você poderá ser avisado quando alguém bater a porta e até mesmo abri-la sem precisar se levantar da poltrona. É o fim dos convidados-supresa!


Entre no clima


Imagine controlar a iluminação logo que entrar em casa. As pontas dos seus dedos vão ficar preguiçosas porque você nem precisará apertar o botão do interruptor quando chegar com uma pessoa especial e quiser deixar a luz mais baixa para garantir um clima mais romântico.


E a comida?


As geladeiras não servirão apenas para conservar o suco de laranja e os vegetais na temperatura ideal. Para simplificar nossas vidas, a conectividade está remodelado os refrigeradores como conhecemos. Já imaginou gerenciar a lista do supermercado pelo Evernote enquanto outro aplicativo sugere receitas em uma tela sensível a toque na porta da geladeira tendo como papel de parede o desenho pós-moderno do seu filho?


A casa super inteligente


Sua casa poderá ajudar a organizar sua vida. Como uma central de controle, verificará sua agenda, se está esperando – ou não – uma visita, o que você está vestindo, quando precisará lavar a roupa e se há comida suficiente na geladeira para o jantar.


Esse nível mais avançado de personalização deverá ser um dos principais temas discutidos nos próximos cinco anos. Daqui uma década, vamos presenciar a adoção em massa desse sistema à medida que as pessoas começarem a trocar seus eletrodomésticos por modelos mais novos. No ano passado, vimos as TVs que reconheciam quem estava no sala e a partir de agora a automação residencial começa a se tornar uma realidade.


Casa conectada, casal feliz


Na minha casa, eu prefiro deixar as luzes ligadas e a temperatura em 21o C. Porém, minha esposa gosta de deixar as luzes com mais uma intensidade mais baixa e a temperatura mais alta. Com a casa conectada do futuro, podemos resolver essas diferenças, exceto quando ambos estão sob o mesmo teto. Sem dúvida, as preferências dela vão se sobrepor às minhas. É interessante ver como a tecnologia incorpora rapidamente aquilo que precisei de uma década de casamento para aprender.


A tecnologia nos permite poupar tempo e energia de maneira eficiente. Com esses dispositivos e eletrodomésticos conectados (e interconectados), haverá muitas oportunidades de os publicitários se aproximarem dos consumidores para entregarem mensagens mais eficientes.


Em meio a uma infinidade de nomes e siglas, eu me pergunto como essa oportunidade de marketing se chamaria? Digital-in-the-home (DITH)? Independente do nome que receber, os dispositivos presentes na casa conectada vão nos trazer mais conforto e comodidade.


Sobre Ryan Manchee


Visionário e estrategista criativo da MediaMind para América do Norte e América Latina, Ryan Manchee proporciona a agências, profissionais de marketing e parceiros comerciais pontos de vista inovadores. Palestrante em diversos congressos e seminários internacionais, Ryan inspira os profissionais de marketing digital sobre a convergência de criativividade e tecnologia, assim como sobre a próxima geração de interatividade para os consumidores.


Siga Ryan no Twitter: @rmanchee
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Previsões para o vídeo online em 2013

Boaz Ram, gerente sênior de marketing de produtos de vídeo da MediaMind



Para entendermos o caminho que o vídeo online vai percorrer em 2013 – em nos próximos anos –, vamos lembrar o que aconteceu nos Jogos Olímpicos de Londres.


Ao transmitir por streaming as competições exclusivamente para seus assinantes de TV a cabo, a NBC, nos Estados Unidos, conseguiu nos mostrar uma prévia daquilo que está por vir. Seguindo essa tendência, os conteúdos de qualidade e mais concorridos deverão ser acessados mediante autenticação e a audiência deverá pagar para consumi-los. E para continuar com uma metáfora olímpica, as mudanças vão ser como provas de longa distância e não apenas um sprint próximo à linha de chegada. Nessa corrida, as grandes emissoras de TV largaram na frente.


Por favor, faça seu log in


Mas o que os usuários podem esperar do vídeo online ainda neste ano?


Os consumidores que já se logam para assistir a seus conteúdos favoritos em streaming podem esperar muito mais.


A programação produzida por gigantes norte-americanos como a CBS, a NBC e a Viacom se tornarão cada vez mais acessíveis somente mediante login. Mesmo se a exibição do seu programa favorito continua gratuita, provavelmente em breve, passará a ser paga quando esses fornecedores consolidarem o modelo de acesso exclusivo para assinantes. Haverá muito mais conteúdo à disposição, mas você também terá que pagar mais para acessá-lo.


Quem optar por não possuir uma assinatura, ainda conseguirá acessar conteúdos secundários, mas perceberá um crescente bloqueio da programação mais popular.


Na verdade, quando se trata de vídeo online, a competição não se relaciona apenas à plataforma. Nesse caso, o que vale mesmo é o conteúdo oferecido. Os produtores de conteúdo e as emissoras de TV, que já estão estabelecidos nesse negócio há muito tempo, levam uma grande vantagem sobre as empresas nascidas na era da internet que terão que trabalhar duro para conquistar cada dólar.


Você receberá pelo que pagou


No caso dos players que são considerados novatos no ramo do vídeo, como é o caso do Google, Yahoo, MSN, AOL e YouTube, conseguir ocupar um espaço onde as emissoras de TV já estão consolidadas, não será fácil, porque elas já contam com pelo menos 40 anos de experiência tanto na transmissão de programas como no gerenciamento de recursos e de investimentos.


Para ilustrar essa realidade, lembro-me do exemplo do Google que investiu recentemente cerca de US$ 100 milhões em canais online prontos para transmitir gratuitamente por streaming conteúdos para seus usuários. Esse é um grande investimento até você se dar conta que não compreende o conteúdo para preencher esses canais. Se considerarmos que a HBO gastou US$ 18 milhões no primeiro episódio da série “Boardwalk Empire”, essa é a parte mais dispendiosa.


Aqui cabe mais uma vez dizer que a competição no caso do vídeo online não se refere apenas à plataforma, o que vale é o conteúdo. As emissoras e produtoras de TV levam vantagem sobre as empresas online que deverão se esforçar muito para ganhar dinheiro.


Mas nem tudo são más notícias para os veículos online. Quanto mais qualidade tiver a transmissão de conteúdo online, com uma boa base de assinantes, mais comum se tornará o streaming para consumidores que passaram a utilizar TVs conectadas. Dessa forma, os hábitos da audiência vão mudar, beneficiando todo o ecossistema online. Programas como “Modern Family” da ABC serão o prato principal para os consumidores online. No entanto, eles também poderão querer uma sobremesa, baixando-a através do ícone do aplicativo do MSN posicionado bem ao lado do ícone da ABC.


Vitória para os anunciantes


O que os anunciante podem esperar quando essa novela tiver início? Mais opções e custos mais baixos? Sim, é isso mesmo.


O inventário de vídeo online é muito caro hoje em dia. Não apenas pelo fato de haver poucas opções disponíveis, mas também porque uma pequena parcela dessas opções está estruturada para ser anunciada online. Enquanto um programa de TV oferece oito minutos de publicidade para cada 22 minutos de programação, os programas online exibem apenas quatro minutos. O CPM só cairá à medida que mais conteúdos em vídeo sejam adicionados online.


Fique ligado…


A transição para o modelo de conteúdo de vídeo disponível exclusivamente por assinatura deverá se acelerar nos próximos dois anos. E daqui três anos estaremos muito mais próximos da revolução do “vídeo por toda a parte”.


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Smart Versioning potencializa o engajamento do usuário com a marca e aumenta em 59% as Taxas de Conversão Pós-Clique

A MediaMind publicou os resultados de seu novo estudo sobre otimização criativa dinâmica, uma solução que permite trocar os criativos de uma campanha digital em tempo real. Além de mensagem publicitária chegar ao público-alvo no momento mais adequado, o anúncio se mantém constantemente atualizado e relevante.


A análise revela que as campanhas de Resposta Direta que utilizam o Smart Versioning da MediaMind, a ferramenta que permite planejar e distribuir criativos de forma dinâmica, alcançam uma Taxa de Conversão Pós-clique 59% superior aos banners tradicionais (0,07% contra 0,04%). Os números mostram que há um incremento qualitativo na proporção de cliques para as campanhas. Isso significa que os anunciantes conseguem calcular quanta gente clicou em cada página, como, por exemplo, no momento em que realizaram uma compra online.




O estudo também aponta que as Taxas de Dwell, um forte indicador do engajamento do usuário com o anúncio, foram 20% superiores nas campanhas que utilizaram o Smart Versioning se comparadas às campanhas com banners tradicionais. O Dwell é uma métrica exclusiva da MediaMind que utiliza a tecnologia de rastreamento do cursor para mensurar a proporção de impressões rich media intencionamente engajadas por toque, interação ou clique.


Esse levantamento foi realizado em virtude da grande aceitação do Smart Versioning pelos anunciantes. Em apenas um ano a demanda duplicou, graças à sua capacidade em otimizar, segmentar e entregar campanhas de targeting e retargeting. O número de criativos que podem ser entregues se limita apenas à imaginação, alcançando milhares variações.


O estudo analisou 2 bilhões de impressões de campanhas ao redor do mundo que utilizaram Smart Versioning e foram comparadas com 300 bilhões de impressões de campanhas com banners tradicionais em duas categorias: Resposta Direta e Publicidade de Marca.


Alexandre Morais, diretor-geral da MediaMind Brasil, acredita que o Smart Versioning pode produzir cliques de alta qualidade para os anunciantes, sendo uma das maneiras mais simples e eficientes para melhorar a performance das campanhas. “Essa ferramenta traz benefícios tangíveis para o aumento do engajamento com a marca ao manter os elementos criativos de uma campanha constantemente atualizados e relevantes para os usuários”, conclui Morais.


Clique aqui para baixar o estudo completo em português.

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